El grafiti como arte de transgredir y resistir

Autores/as

  • Ursula Betina Diesel UnB
  • Pedro Russi UDELaR

DOI:

https://doi.org/10.63418/qm2bf157

Palabras clave:

Grafiti. Resistencia. Censura. Libertad. Democracia.

Resumen

En este artículo, entendemos el grafiti como una acción e intención de resistir y transgredir. Con una base analítica basada en la semiótica triádica, el objetivo de esta reflexión es explorar el grafiti como semiosis, como gesto de creación, como arte y acto de poder creativo, como posibilidad, como confrontación con la opresión. Observamos el grafiti como un acto de comunicación y resistencia a la censura, que fortalece la democracia para comprender la libertad. Entendemos el grafiti como un operador de significado, un gesto que, al desafiar la censura, propone posibilidades de libertad. Vemos la importancia del grafiti porque en el muro se encuentra el gesto de la episteme que busca politizar la censura y, de esta manera, la transgrede, diciendo lo que no pueden decir las voces silenciadas, en espacios que no deberían usarse. Al transgredir el orden establecido, el grafiti configura una semiosis iconoclasta que actúa para provocar el distanciamiento y el diálogo; por lo tanto, disona con la lógica dominante, creando brechas en la semiosfera del consumo y la opresión. Las fotografías, tomadas por nosotros, constituyen un registro analítico y sirven como ilustraciones que, a lo largo del texto, facilitan las inferencias realizadas en el artículo. Las reflexiones y análisis que aquí se presentan se basan en las diversas investigaciones de los autores sobre el tema.

Biografía del autor/a

  • Ursula Betina Diesel, UnB

    Doutora em Comunicação e Sociedade, pela UnB - Universidade de Brasília, com a tese "Pichação: uma semiose iconoclasta", defendida e aprovada em 06/08/2021, sob a orientação do PhD. Pedro Russi. Membro do Grupo de Pesquisa METICS - Modos Epistemológicos, Teorias Interdependentes e Ciências Sociais, coordenado pelo PhD. Pedro Russi, na UdelaR - Universidade da República do Uruguai.

       
  • Pedro Russi, UDELaR

    Pedro Russi é Doutor e Mestre em Comunicação pela UNISINOS-Brasil; Pós-doutro em Filosofia na Universidade de Navarra-Espanha, no Grupo de Estudos Peirceanos (GEP). Atualmente é Docente e Pesquisador na Universidade da República do Uruguai (UdelaR/Cenur-LN) no Departamento de Ciências Sociais; é Coordenador do Grupo METICS - Modos Epistemológicos, Teorias Interdependentes e Complexidade Social. É Diretor do CISECO - Centro Internacional de Semiótica e Comunicação; integrante da diretoria da Associação de Investigadoras e Investigadores do Uruguai. Sua áreas de atuação como docente, pesquisador e publicações: Semiótica, Processos Comunicacionais, Intervenções Urbanas, Epistemologias, Metodologias, Pensamento Latino-americano, Religião e Política.

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Publicado

2025-10-17

Número

Sección

Artículos

Cómo citar

DIESEL, Ursula Betina; RUSSI, Pedro. El grafiti como arte de transgredir y resistir. Revista Colectivo Cine-Fórum, [S. l.], v. 3, n. 2, p. 134–157, 2025. DOI: 10.63418/qm2bf157. Disponível em: https://revistacoletivocineforum.com.br/index.php/cineforum/article/view/116. Acesso em: 12 mar. 2026.

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